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A mãe imperfeita

Era uma vez uma mãe que estava tão cansada de ouvir histórias cor-de-rosa sobre a maternidade que decidiu criar um blogue e contar as verdades todas. Agora aguentem-na.

A mãe imperfeita

Era uma vez uma mãe que estava tão cansada de ouvir histórias cor-de-rosa sobre a maternidade que decidiu criar um blogue e contar as verdades todas. Agora aguentem-na.

18
Out18

Aqui só "pra" ti

Maria Leal.jpg

 

Antes da reportagem da SIC eu era uma daquelas pessoas que acreditavam que a Maria Leal era uma figura ao estilo Madalena Menezes: alguém com uma pequena debilidade intelectual que tinha conseguido uns minutos de fama à conta da nossa fixação por acidentes quer sejam de viação ou de genética.

 

Acreditem que até me sentia mal sempre que me ria com a imitação que o Joaquim Monchique faz da miserável. É que cá na minha cabeça ela era uma desgraçada que tinha tido o azar de nascer parecida com a parte de trás de um esquentador e que, agora, era vítima das garras* de um qualquer produtor oportunista que lhe explorava a miséria em troca de meia-dúzia de tostões. Afinal descubro na reportagem que os dentes antigos não são a única característica de ratazana da pessoa.

 

Pois então que a menina Maria Leal, ou melhor, a Elisabete Rodrigues, se revela uma vacarrona da pior espécie: mentirosa compulsiva, oportunista de baixo nível e, para culminar, uma mãe de merda.

 

É que não há uma única coisa na vida desta tipa que seja aproveitável. São mentiras atrás de mentiras, fraudes atrás de fraudes, esquemas atrás de esquemas. O nome, a idade, a profissão… Tudo construções. Pena que ninguém lhe tenha explicado antes que quem nasceu para lagartixa nunca chega a jacaré. E não, não me refiro àquilo que o dinheiro pode comprar, refiro-me antes aos valores de cada um porque são esses que nos tornam grandes. Esta vadia até pode meter dentes novos, ir a um bom cabeleireiro e deixar de se vestir como uma funcionária da recta de Pégões… Mas nunca será alguém.  Tenha como apelido d’Eça Leal ou Penderlico da Silva.

 

Provavelmente em termos legais não haverá muito a fazer e ela vai acabar inocentada pelos tribunais poupando assim as reclusas da prisão de Tires a degradantes espectáculos de Natal. Mas depois disto duvido que a vida dela volte a ser igual. É que agora já ninguém olha para ela como uma aberração esquisita a aproveitar os seus cinco minutos de fama. Agora já sabemos o que está ali de verdade: uma mentirosa, manipuladora e ordinária sem carácter.

 

Pena tenho eu de não a encontrar na rua para lhe poder enfiar uma macaca nos olhos.

 

 

*por falar em garras, já viram a fotografia das unhas dos pés dela?

 

** Imagem da revista N-TV (escolhi esta porque acho que é das que melhor mostram o estilo elegante da senhora)

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